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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

 

 

De ora em diante, haverá dois tipos de leitores da obra máxima do colombiano García Marquez. Os que a leram e apontaram a complicada árvore genealógica da família Buendía num papel (o Senhor Palomar usou a contracapa do livro) e os que caem no facilitismo oferecido pelas Publicações Dom Quixote. Com este extra, deixa de fazer sentido voltar atrás capítulos inteiros, e reler tudo, só para perceber de que Buendía se falava. O Senhor Palomar entende que a ideia é boa, e que de facto facilitará a apreensão do que ali se diz. Mas como leitor aborrecido que é, ele continua a achar que o desafio permanente de se perceber de quem se falava tinha a sua graça. Agora já não será possível.

 

A todos aqueles que ainda não leram a obra, o Senhor Palomar recomenda, claro, que o façam. Mas não olhem para a árvore genealógica oferecida. Façam a vossa. Vão ver que nascem árvores inteiras com frutos e flores dentro de vós.

 



publicado por Senhor Palomar às 00:25
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A ter debaixo de olho a adaptação a cinema do excelente "Desgraça", de J.M. Coetzee. Estreia hoje. Realizado por Steve Jacobs, tem Jonh Malkovich como principal protagonista.

 

A obra está publicada em Portugal pela LeYa Publicações Dom Quixote.



publicado por Senhor Palomar às 00:21
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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

 

Chama-se What the dog saw, foi recenseado pelo The Guardian e tem uma das capas mais catitas que o Senhor Palomar tem visto nos últimos tempos. Gladwell é publicado em Portugal pelas Publicações Dom Quixote, inclusive o excelente Blink.



publicado por Senhor Palomar às 00:24
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Afinal não foi necessário Roth ganhar o Nobel. A Dom Quixote irá reeditar Portnoy's Complaint, de Philip Roth. Data de saída: Junho de 2010. 



publicado por Senhor Palomar às 18:54
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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

- Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar?, de António Lobo Antunes;

- Ilusão (ou o que quiserem), de Luísa Costa Gomes;

- Conversa na Catedral, de Mário Vargas Llosa;

- Gabriel García Márquez - uma vida, de Gerald Martin.



publicado por Senhor Palomar às 00:20
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

 

João Rui de Sousa foi distinguido com o Prémio Nacional António Ramos Rosa, pela obra Quarteto Para as Próximas Chuvas (Dom Quixote) . Uma organização do  Pelouro de Cultura da Câmara Municipal de Faro.



publicado por Senhor Palomar às 16:03
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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
A Dom Quixote publicará em Setembro O tambor de Lata, numa edição comemorativa dos cinquenta anos da publicação original do romance (ver canto superior esquerdo da capa) .

publicado por Senhor Palomar às 02:27
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Sexta-feira, 31 de Julho de 2009
Em homenagem ao dia internacional do orgasmo, uma muito breve dissertação sobre tamanho.
Tive recentemente um blind date com o senhor Capote. Um revigorante Breakfast at Tiffany's , a bem da verdade. Assim como quem esbarra com o carrinho de cachorros quentes e, apesar de estar numa dieta interminável, não resiste a uma dentadinha na salsicha. É que, meus amigos, confesso que desconhecia por completo a salsichinha deste senhor, e numa época em que se nota uma crescente tendência para o tamanho despropositado, que, consequentemente, nos preenche abusivamente qualquer buraquinho de tempo, procuro avidamente os pequeninos que possa saborear em modo rapidinha, ou a sangue frio se preferirem, para arejar de tanto calhamaço. Expectativas superadas. E que luxo, que engenho, 120 páginas de puro prazer. E como mais vale tarde que nunca, anseio por nova cavalgada com o Senhor Capote.



Breakfaste at Tiffany´s (Boneca de Luxo), Truman Capote, Dom Quixote

publicado por Senhor Palomar às 17:55
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publicado por Senhor Palomar às 02:25
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009
Quem conhece o Senhor Palomar, sabe o quanto ele gosta de uma boa partida de futebol. E livros. Já livros sobre futebol, nem todos. Embora haja alguns autores, e livros, que valha a pena ler com muita atenção - casos de Javier Marías (Publicações Dom Quixote), Eduardo Galeano (Livros de Areia) ou do nosso Luis Freitas Lobo (Primebooks).

No Brasil, decidiram juntar as duas artes e formaram a copa da literatura brasileira, na qual romances se degladiam como se de uma fase final de um campeonato do mundo se tratasse. Os resultados dos jogos, e não só, podem ser vistos aqui. Na edição anterior, e à primeira vista, entre os partipantes, estiveram alguns livros já publicados em Portugal, casos de Adriana Lisboa (Quetzal), O filho eterno, de Cristóvão Tezza (Gradiva), ou O Dia Mastroianni (LeYa Caminho). Diga-se, aliás, que a final foi disputada entre estes dois últimos adversários, com Tezza a levar a melhor sobre Cuenca por uns humilhantes 11-3.

Na edição de 2009, podemos contar com outros autores que não são desconhecidos para o público português, casos de Daniel Galera, Patrícia Melo, Moacyr Scliar, ou Paulo Coelho. A propósito deste último, já há quem fale em favoritismo e jogo viciado, ao defender que este autor deveria estar na segunda liga e que apenas se mantém à tona de água por questões em nada relacionadas com futebol.

Entusiasmado, grato a Eduardo Coelho por lhe dar a conhecer esta iniciativa, o Senhor Palomar espera agora a organização de uma iniciativa do género em Portugal. Quem dá o pontapé de saída? Estes senhores é que o podiam fazer. Ou estes. Ou estes.

[Imagem retirada daqui]


publicado por Senhor Palomar às 00:27
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Terça-feira, 21 de Julho de 2009
José Mário Silva diz que Daniel Mendelsohn é o próximo Litell.


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Terça-feira, 14 de Julho de 2009


publicado por Senhor Palomar às 00:09
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Rui Cardoso Martins, hoje, no DN.

publicado por Senhor Palomar às 19:27
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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Ler na íntegra aqui. Reportagem de 13/01/2007. As Publicações Dom Quixote publicaram, recentemente, "No bosque do espelho", deste autor.

publicado por Senhor Palomar às 00:04
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Terça-feira, 7 de Julho de 2009
Pelas 19h, no Reservatório da Mãe D'Água das Amoreiras (Praça das Amoreiras, n.º10, Lisboa). Apresentação a cargo de João Lobo Antunes.

publicado por Senhor Palomar às 00:10
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Terça-feira, 30 de Junho de 2009
Entrevista dada aquando do lançamento de “A Conspiração contra a América” (Publicações Dom Quixote).



publicado por Senhor Palomar às 08:11
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009




publicado por Senhor Palomar às 08:14
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Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Notícia para ler aqui. Durante a cerimónia, o autor, publicado em Portugal pela Dom Quixote, confessou que sempre pensou que nunca encontraria um editor que aceitasse publicar as suas obras.

[Via Moleskine Literário]


publicado por Senhor Palomar às 23:51
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«O romance é uma sucessão de monólogos fragmentários e contraditórios, nos quais certas histórias reaparecem insistentemente, mas sempre contadas de outra maneira, a partir de outro ângulo, com outra vibração. A verdade, se existe, é instável. Tudo pode ter sido assim – ou ao contrário. Na cabeça «meio embolada» de Eulálio, os tempos misturam-se, cruzam-se, coalescem. E os espaços também. Já não há palacete em Botafogo, chalé em Copacabana, apartamento na Tijuca, nem fazenda na «raiz da serra» (invadida pela favela), mas no «palavrório» do moribundo eles recuperam o antigo esplendor.»

Ler na íntegra aqui.

publicado por Senhor Palomar às 08:10
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Sábado, 20 de Junho de 2009
Apresentação da obra "Outliers", no The Guardian, por P.D. Smith. Este autor, que quer ser a Madonna da não-ficção, está publicado em Portugal pelas Publicações Dom Quixote.

publicado por Senhor Palomar às 14:57
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
«Como foi o processo de tradução? Leu em primeiro lugar o livro e só depois traduziu? Ou leu e traduziu ao mesmo tempo?
Como já conhecia a obra, não a li na íntegra antes de iniciar a tradução. Ia lendo capítulo a capítulo, antes de iniciar a respectiva tradução. Usei o método de sempre, que é o seguinte: fidelidade tanto quanto possível ao autor e à obra que se traduz, tentativa de conservar as marcas estilísticas e linguísticas do autor, bem como as suas escolhas semânticas; conservar o tom da obra e as marcas de poeticidade; traduzir de modo a que o leitor de língua portuguesa leia a obra traduzida sem se aperceber de que é uma tradução, isto é, com a naturalidade e fluência com que um leitor de expressão alemã lê o original. A única diferença em relação a tradução anteriores foi a criação de um mini-dicionário Thomas Mann, com expressões e termos que se repetem ao longo da obra, sobretudo Leitmotive, que caracterizam personagens, indiciam ambientes, sugerem uma atmosfera. Devido à extensão da obra (mil páginas em alemão), este método tornou-se necessário a fim de não perder a visão de conjunto sobre a mesma.»

Para ler no Diário Digital a entrevista de Gilda Lopes Encarnação a Pedro Justino Alves. Aqui.


publicado por Senhor Palomar às 08:21
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Assim o diz Malcolm Gladwell, publicado em Portugal pelas Publicações Dom Quixote. Ler no The Independent.

publicado por Senhor Palomar às 08:08
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Terça-feira, 16 de Junho de 2009
«Es una voz que alguna vez pide disculpas al lector, o le da instrucciones para moverse por el turbado y versicular flujo de palabras. Todo pasa en una especie de tiempo único: el de la decadencia incesable que se convierte en intemporalidad, en fatalidad, "en dirección a los años que no han llegado por ahora, no llegarán nunca". Y, a la vez, Lobo Antunes es muy sensible a la percepción del momento social, histórico. Tiene una sensación física de los lugares afín a Faulkner y Onetti. Presta atención poética a las cosas, y el acercamiento produce una tensión visionaria. Percibe la raja en el jarrón, esa grieta en la taza, camino que lleva al país de los muertos, del poeta Auden. Sus héroes son derrotados, moribundos, inocentes y corrompidos a la vez, hombres y mujeres, policías y mestizos, todas las voces que teje el escritor, que aparece al final, como en esos cómics en que descubrimos al dibujante dibujándose en su mesa, en la última viñeta, entre sus criaturas. La traducción de Mario Merlino es excelente.»

Ler na íntegra aqui. A consultar também o dossiê Lobo Antunes do El País, no qual encontramos um histórico de todas as referências do jornal espanhol ao autor português.

António Lobo Antunes é publicado em Espanha pela Mondadori.


publicado por Senhor Palomar às 14:52
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À semelhança do que já fizera com António Lobo Antunes, a LeYa Publicações Dom Quixote disponibiliza um video em formato de entrevista na qual José Eduardo Agualusa apresenta o seu mais recente livro: Barroco Tropical.




publicado por Senhor Palomar às 08:19
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Deixem passar o Homem Invisível, Rui Cardoso Martins, Publicações Dom Quixote.

Sinopse da editora: Durante uma grande enxurrada em Lisboa, um homem – cego desde os 8 anos – cai numa caixa de esgoto aberta, situada junto da igreja de S. Sebastião da Pedreira. Na mesma altura, um escuteiro que regressava de uma actividade na mesma igreja é também arrastado para o mesmo esgoto.
É a viagem de ambos, através de uma Lisboa subterrânea, enquanto cá fora são tomadas todas as medidas para os salvarem, que o autor nos conta neste seu segundo livro.

publicado por Senhor Palomar às 08:36
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Para ler no New York Times a recensão à biografia de García Marquez, escrita por Gerald Martin. Excerto da obra aqui. Relembre-se que o autor colombiano já lançara uma autobiografia, «Viver para contá-la» (esta última obra tem edição portuguesa, pelas Publicações Dom Quixote).

Imagem retirada daqui.


publicado por Senhor Palomar às 08:13
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Sábado, 13 de Junho de 2009
À semelhando do que as Publicações Dom Quixote fizeram, também a editora espanhola Edhasa lançou uma nova tradução da obra de Thomas Mann. Ler no El Mundo.

publicado por Senhor Palomar às 14:35
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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Convidado especial de Paraty (1 a 5 de Julho), António Lobo Antunes tem dado algumas entrevistas à imprensa brasileira. Desta feita, foi o Estadão que publicou uma entrevista do autor português, publicado em Portugal pelas Publicações Dom Quixote. Nesta entrevista, ALA diz mesmo que o seu próximo livro é uma das melhores obras que já escreveu. Ler entrevista na íntegra aqui. Aqui pode encontrar excertos audio da entrevista ao Estadão.

Ainda a propósito de entrevista a ALA, recorde-se que a Porto Editora anunciou para o último trimestre do ano a publicação de "Uma longa viagem com António Lobo Antunes", um volume que reunirá uma longa entrevista a  João Céu e Silva, à semelhança do que o jornalista do DN já fizera com José Saramago, Torga e Cunhal.

Imagem retirada daqui.


publicado por Senhor Palomar às 08:00
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
«O senhor começou a escrever quando era menino?
Minha mãe tinha me ensinado a ler. Com 4 anos, tive uma tuberculose e tinha que ficar numa cama. Comecei a escrever, e fazia sentido. Por volta dos 14 anos, você começa a entender que há uma diferença entre escrever bem e escrever mal, então começa a angústia. Depois, por volta dos 17, 18 anos, você entende que há uma diferença ainda maior entre escrever bem e obra-prima, e aí a angústia é total.

E o objetivo é sempre escrever obras-primas?
Se você não escreve para ser o melhor, não vale a pena. Você tem que escrever contra os escritores de que gosta, tem que ser melhor que eles.»

A propósito da presença do autor no festival de Paraty, O Globo foi ouvir o autor de «O arquipélago da insónia» (LeYa Publicações Dom Quixote). Para ler aqui.


publicado por Senhor Palomar às 11:24
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Assim o diz Nuno Júdice (Publicações Dom Quixote) ao Correio da Manhã. Ler aqui.

publicado por Senhor Palomar às 09:23
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Domingo, 7 de Junho de 2009
Desta feita, o autor publicado pela Dom Quixote foi entrevistado para o JN.

publicado por Senhor Palomar às 16:56
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Recensão de Germán Gullón a "O meu nome é legião" aqui, publicado em Portugal pelas Publicações Dom Quixote.

publicado por Senhor Palomar às 13:39
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A quantidade de notícias dos últimos dias no jornal Público e jornal i (por exemplo) ajudam a perceber por que razão as editoras investem em livros-
manifestos-cartões de apresentação de candidatos às eleições. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e em muitos mais locais.


publicado por Senhor Palomar às 12:30
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«O livro diz que num regime assim há duas alternativas, medo ou raiva. Como é que defines este regime?
Para uma parte dos angolanos foi uma desilusão quando constatámos que o fim da guerra não conduzia rapidamente à democratização. Muita gente acreditou que seria possível. Para desenvolver de forma articulada, saudável, justa, é preciso democratizar ao mesmo tempo, se não primeiro. Isso não está a ser feito, com estes erros todos. Não há uma preocupação com o bem estar da população.»

A propósito do seu último livro, o Ípsilon do Público foi ouvir José Eduardo Agualusa. Entrevista para ler na íntegra aqui.


publicado por Senhor Palomar às 00:48
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Sábado, 6 de Junho de 2009
A nova edição daquele que é para muitos o melhor livro de Thomas Mann (para outros é simplesmente o melhor livro de sempre), "A Montanha Mágica", já está nas bancas.

Ver aqui algumas declarações de Gilda Lopes Encarnação, autora da primeira tradução portuguesa a partir do alemão. Edição das Publicações Dom Quixote.


publicado por Senhor Palomar às 21:15
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