Este é um blogue livre de pontos de exclamação

Ilustração de Pedro Vieira
Banda sonora
últ. comentários
Olá, estou a estudar Português e eu aconteceram em...
Claro, tinha que ser Nan Goldin! linda foto...
Que excelente descoberta a minha. Este blog é uma ...
Nem o Godot, nem o Supra-Camões, nem o D.Sebastião...
Parabens pelo destaque nos Blogs do sapo
mais comentados
arquivo
subscrever feeds
Sexta-feira, 31 de Julho de 2009
As manifestações multiplicam-se. Ler os textos abaixo de dois dos principais bloggers portugueses:

- Eduardo Pitta: «Pode uma editora publicar texto ou imagem sem autorização do autor? Não pode. Enfim, talvez na Somália. Mas foi o que aconteceu, e o crime de usurpação de propriedade intelectual é capaz de ser público (passo a batata quente aos juristas). [...] Em que é que o Pedro Vieira tem menos direitos que a Paula Rego?»

- José Mário Silva: «O que a Tribuna da História fez tem um nome: roubo. Roubo descarado. Roubo sem vergonha. Roubo escandaloso. E tem que pagar por ele. Repito: o caso não se resolve apenas com o repúdio (espero que generalizado) da blogosfera e o eventual boicote dos leitores. Até pelos precedentes que abre, a infracção deve ser punida exemplarmente. E por isso sugiro que o Pedro, ou alguém por ele, leve – passe o quase pleonasmo – a Tribuna a Tribunal.»

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 21:21
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Em homenagem ao dia internacional do orgasmo, uma muito breve dissertação sobre tamanho.
Tive recentemente um blind date com o senhor Capote. Um revigorante Breakfast at Tiffany's , a bem da verdade. Assim como quem esbarra com o carrinho de cachorros quentes e, apesar de estar numa dieta interminável, não resiste a uma dentadinha na salsicha. É que, meus amigos, confesso que desconhecia por completo a salsichinha deste senhor, e numa época em que se nota uma crescente tendência para o tamanho despropositado, que, consequentemente, nos preenche abusivamente qualquer buraquinho de tempo, procuro avidamente os pequeninos que possa saborear em modo rapidinha, ou a sangue frio se preferirem, para arejar de tanto calhamaço. Expectativas superadas. E que luxo, que engenho, 120 páginas de puro prazer. E como mais vale tarde que nunca, anseio por nova cavalgada com o Senhor Capote.



Breakfaste at Tiffany´s (Boneca de Luxo), Truman Capote, Dom Quixote

publicado por Senhor Palomar às 17:55
link do post | comentar | partilhar

Robson (1933-2009)
Como já se terá percebido, o Senhor Robson nunca treinou o clube do coração do narrador deste blogue (só há lugar para um senhor nesta frase). Infelizmente, diga-se. Teria sido um prazer vê-lo de vermelho e branco, tal como era um prazer ouvi-lo quando vencia o Benfica. Quem conhece o Senhor Palomar sabe que este não diz isto de muitas pessoas que entram pela Luz adentro e saem com o caneco na mão. Mas com o Senhor Robson era diferente. Quanto mais pessoas como Bobby William Robson desaparecem, menos o Senhor Palomar gosta de futebol.

Ler o obituário intitulado "The heart and soul of English football" no The Guardian. Ler também alguns testemunhos dos seus pares. Se é que um número ímpar pode ter par.

[Fotografia retirada daqui]

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 16:51
link do post | comentar | partilhar

Na terra do Senhor Palomar isto tem um nome: chama-se filhadaputice. Ou chico espertismo, vá.
A Tribuna da História publicou em livro uma ilustração de Pedro Vieira «sem que lhe tenham sido pagos quaisquer direitos, dado créditos ou sequer solicitado autorização», como escreve o Blogtailors. Ler aqui o texto de Pedro Vieira, que é talvez o único momento positivo desta triste história. É um belíssimo texto.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 12:41
link do post | comentar | partilhar

O Senhor Palomar declara que gosta de ser comparado a pipis
Um texto de Paulo Roberto Pires.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:50
link do post | comentar | partilhar

Prémio "Mais um para o Senhor Palomar chamar todos os nomes quando for ao estádio. Ou em frente ao televisor, vá"
Valeri, reforço do F.C. Porto gosta de ler e conhece José Saramago. [Via A Origem das Espécies]
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:43
link do post | comentar | partilhar

Vem aí a Indignação, de Philip Roth, e com ele as insónias. Lançamento da Dom Quixote para Setembro

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 02:25
link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

O Senhor Palomar errou
O Senhor Palomar, num post abaixo (entretanto corrigido), errou ao trocar o sexo à New Yorker, colocando-lhe o artigo definido masculino "o", no lugar do correspondente feminino "a". O (não "a", atenção) dactilógrafo, atento, chamou (e bem) a atenção do Senhor Palomar para o erro.

Tratou-se naturalmente de um lapso deste narrador, mas um justo reparo de um leitor. Aqui fica por isso mesmo o pedido de desculpas a todos os leitores e leitoras. Dactilógrafo incluído.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:13
link do post | comentar | partilhar

Relato de um jogo de futebol entre o Beleneses e o União da Madeira (segundo o livro de estilo do jornal PÚBLICO)
Por Pedro Vieira. É um post notável. De leitura obrigatória. Para relembrar este sórdido caso, é favor clicar aqui e aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:07
link do post | comentar | partilhar

Sony Reader disponibiliza um milhão de e-books gratuitos
Ler no Público.

publicado por Senhor Palomar às 01:47
link do post | comentar | partilhar

Espera-se para breve a compilação em livro
Madonna estreia-se como colunista de jornal.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:44
link do post | comentar | partilhar

A prova que um livro serve para tudo, inclusive para incentivar a indústria dos gelados
Ler no The Guardian.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:42
link do post | comentar | partilhar

Top "summer-holiday cycling reading list"
Dedicado à Isabel Coutinho. No The Guardian.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:40
link do post | comentar | partilhar

Os céus de Marselha vão encher-se de aviões hoje, quando se cumprem 65 anos sobre o desaparecimento de Saint-Exupéry
Ler aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:38
link do post | comentar | partilhar

Prémio "Mas que grande novidade. Podiam ter perguntado a um qualquer leitor"
Conselho de ministros classifica espólio de Fernando Pessoa como "tesouro nacional".
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:35
link do post | comentar | partilhar

Prémio "Será que com os livros é a mesma coisa?"
Burt Bacharach: «Tener éxito con una canción es como triunfar con las mujeres».
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:34
link do post | comentar | partilhar

Novo livro de Muñoz Molina em Novembro
Em Espanha. Edição da Seix Barral.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:32
link do post | comentar | partilhar

Agradecimentos vários (em permanente actualização)
O Senhor Palomar pretende agradecer encarecidamente a todos aqueles que têm linkado para este blog, bem como incluí-lo na barra de ligações. Primeiro, o Senhor Palomar começou por agradecer de forma independente, mas depois, com as distracções do costume, perdeu o rumo ao barco. Mas porque o Senhor Palomar pode ser distraído (ou desorganizado) mas nunca ingrato, aqui ficam aqueles que encontraram espaço para referenciar este blog (e que este conseguiu "apanhar"). A todos os injustamente esquecidos, por ignorância ou incapacidade, as desculpas do Senhor Palomar:
- A casa improvável;
- A curva da estrada, de Leonor;
- A meia noite do dia, de Manuel A. Domingos;
- A origem das espécies, de Francisco José Viegas;
- A vida dos meus dias;
- Afectado
- Agora com dazibao no meio;
- Alfinete dama;
- Alice in me;
- As folhas ardem, de Manuel Margarido;
- Autores e Livros, de Eduardo Coelho;
- Avanti!;
- Biblioteca Vilarinho;
- Bibliotecário de Babel, de José Mário Silva;
- Blogtailors, dos Booktailors;
- Blogue Aduaneiro, de Aduana e João Pala;
- Blogue Alice in my head;
- Blogue da Angelus Novus;
- Blogue da Bruáá;
- Blogue da Alêtheia;
- Blogue da Assírio e Alvim;
- Blogue da Angelus Novus;
- Blogue da Colecção Vintage;
- Blogue da Livraria Capítulos Soltos;
- Blogue da Livraria Pó dos Livros;
- Blogue da Quetzal Editores;
- Blogue de Carlos Vaz;
- Blogue do Clube Literário do Porto,
- Blogue Noturno Citadino;
- Blogue de Paulo Roberto Pires;
- Blogue Vincent;
- Cadeirão Voltaire, de Sara Figueiredo Costa;
- Casa de Osso de valter hugo mãe;
- Chasecafés;
- Ciberescritas, de Isabel Coutinho;
- Cidades escritas, de Paulinho Assunção;
- Complexidade e contradição;
- Conheça o livreiro;
- Corta-Fitas, de vários;
- Da Literatura, de Eduardo Pitta e João Paulo Sousa;
- De Mês em quando, de LBarros;
- De olhos bem fechados, de T;
- Delito de opinião, vários;
- Doutro tempo;
- E farta vilanagem;
- Escara Voltaica, Escafandro, de jaa;
- Esquerda da vírgula;
- Esse cavalheiro;
- Foleirices, de Carlos Pereira;
- French kissin;
- Fundamentos da Passagem, de Rui Cóias;
- Gomes Alexandria;
- Hoje há conquilhas, de Tomás Vasques;
- Húmus, deHugo Torres e Hélder Beja;
- Intriga Internacional;
- Irmão Lúcia, de Pedro Vieira;
- Jonas Nuts, de Maria João Nogueira,;
- Lavorare Stanca, de Tatiana Faia, Paulo Rodrigues Ferreira, André . أندراوس البرجي, José Pedro - Moreira ;
- LERBlog;
- Livros sem Critério, de Tiago Sousa Garcia;
- Lugares mesmo comuns, da agência Luís Paixão Martins;
- Mar à vista, de Anamar;
- Matria-minha;
- Meia noite todo o dia;
- Miragens;
- Mulher comestível;
- No vazio da onda;
- O Homem que queria ser Luis Filipe Cristóvão, de Luís Filipe Cristóvão;
- O leitor sem qualidades, de João Ventura;
- O meu pai e eu, de Leonor;
- O último pingo;
- Oficina a vapor;
- Palhaço de Agosto, Samuel Filipe;
- Pensamentos SGPS;
- Poder de encaixe;
- Porosidade Etérea. de Inês Ramos;
- Porta-Livros, de Rui Azeredo;
- Rodrigo Gurgel;
- Sushi Leblon, de Mónica Marques;
- Theoria, poiesis, praxis;
- This is not simply a metaphore, de Marisa;
- Verdade ou consequência, de Luís Vintém;
- Vida de Cadela;
- Vincent.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:01
link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quinta-feira, 30 de Julho de 2009
Aproxima-me um ipod dos livros?
Steve Jobs disse anteriormente que o mercado dos e-books não lhe interessava, porque a leitura estaria em fase de extinção (a expressão não foi esta, mas o sentido sim). Contudo, as notícias que dão conta de um novo aparelhómetro de dez polegadas da Apple levam a pensar que Jobs talvez tenha repensado o enorme disparate proferido há uns tempos. [Via Bibliotecário de Babel]

publicado por Senhor Palomar às 02:57
link do post | comentar | partilhar

50 anos de Asterix assinalados com edição especial
Ler no JN.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:56
link do post | comentar | partilhar

E cerca de 6 anos depois, Roberto Bolaño ressuscitou
Para enviar um e-mail, dando-nos conta que a literatura é um ofício perigoso. Ler na íntegra aqui o Discurso de Caracas, lido por Roberto Bolaño aquando da atribuição do prémio Rómulo Gallegos, em 1999, à obra Detectives Selvagens (Teorema).

Recorde-se que, em breve, a Quetzal Editores, a verdadeira remetente do e-mail, lançará o magestral 2666. A 26 de Setembro.

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 02:51
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

O Senhor Palomar no blogue de Pedro Adão e Silva
Pedro Adão e Silva escreveu um belíssimo texto sobre o original Palomar, de Italo Calvino, para referenciar esta vossa reprodução que, comovida, agradece.

Diga-se que o texto em questão está integrado no livro O Sal da Terra, editado pela Bertrand. E sim, Eduardo Pitta tem toneladas de razão: a capa em questão até poderá aproximar um certo tipo de leitores. Mas afasta muitos outros. Possivelmente aqueles que mais interessavam.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:34
link do post | comentar | partilhar

Mais uma voltinha, mais um agradecimento, mais um recorde
1435 Visitas. Temos um novo máximo. Quem dá mais?
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:23
link do post | comentar | partilhar

Ainda para perceber o que são os prémios literários, é obrigatória a compra e leitura deste livro de Thomas Bernhard (Quetzal Editores)
Os meus Prémios, Thomas Bernhard, Quetzal Editores. Tradução de José A. Palma Caetano

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 02:06
link do post | comentar | partilhar

Arménio Vieira na Nova Vega
O anúncio de Arménio Vieira como vencedor do Prémio Camões 2009 surpreendeu quase tanta gente quanto o anúncio de Pinto Ribeiro para Ministro da Cultura (muitos pensaram que se trataria do homónimo programador cultural da Gulbenkian).

Mas como estas coisas dos prémios não são um concurso de popularidade (ou pelo menos não deveriam ser) é com agrado que o Senhor Palomar regista a publicação de uma obra deste poeta pela Nova Vega. O Senhor Palomar não conhece o poeta, admite que não se deixa levar pela maior parte dos prémios, mas o Camões respeita (pese embora alguns disparates cometidos, como no ano passado, quando o juri maltratou Ubaldo ao dizer que só olhara para o Brasil para entregar o prémio desse ano).

Enquanto escreve este post, o Senhor Palomar tem no horizonte as declarações de Lobo Antunes sobre a atribuição do Prémio Nobel da Literatura (ninguém contesta o Nobel da Química ou da Medicina, mas da Literatura toda a gente tem opinião), e, como tal, não belisca a seriedade e justeza da decisão. O que fará, isso sim, é comprar este O eleito do Sol, pela Nova Vega. Só para ter a certeza que a decisão foi correcta.


A editora já anunciou que a aposta neste autor é para continuar, e como tal publicará na próxima rentrée a edição do seu último livro de poesia, Mitografias.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:55
link do post | comentar | partilhar

E Setembro que nunca mais chega - vem aí o novo romance de Richard Zimmler
O anagrama de Varsóvia, Richard Zimmler, LeYa Oceanos. Em Setembro.

Segundo comunicado da editora trata-se de, cita o Senhor Palomar, «um romance policial arrepiante e soberbamente escrito passado no gueto judaico de Varsóvia. Narrado por um homem que por todas as razões devia estar morto e que pode estar a mentir sobre a sua identidade…»
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 01:52
link do post | comentar | partilhar

A queda do Muro - 20 anos depois
As editoras começam a preparar-se para celebrar o 20.º aniversário da queda do muro de Berlim, que é como quem diz, lançar uma série de obras à volta desta temática. Depois de a Bertrand ter anunciado que lançará O Mundo Perdido do Comunismo (criado a partir do documentário homónimo da BBC do mesmo autor - ver aqui), que reúne uma série de testemunhos de protagonistas da Alemanha soviética, é a Oceanos, chancela do Grupo LeYa dirigida por Maria Piedade Ferreira, que vem apresentar o título A queda do muro, de Olivier Guez e Jean-Marc Gonin. A obra dos dois jornalistas franceses relata os dias que antecederam a queda do Muro e o dia em que finalmente este ruiu.
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 01:42
link do post | comentar | partilhar

Nuno Costa Santos também está contra os pontos de exclamação
«Um ponto de exclamação mal colocado numa frase é uma deselegância indesculpável. Funciona como uma espécie de arroto verbal. O texto até pode estar “bem escrito” (ah, toda a vacuidade do mundo numa expressão barata), o artista até pode ser um bom artista, essas coisas todas, mas se coloca um ponto de exclamação onde não deve ser colocado estraga tudo (tudinho mesmo). Numa sala de decoração impecável é o dalmata de louça. O ponto de exclamação tem o efeito de uma bomba terrorista. A festa pode estar a correr bem, com um ambiente agradavelzito (apesar da música tenuemente new age), mas escusado era alguém ter feito rebentar o quarteirão todo com um explosivo colocado na marquise. É isso o ponto de exclamação.»

Texto de Nuno Costa Santos, no (infelizmente) extinto Sinusite Crónica.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:40
link do post | comentar | partilhar

Yates, por James Woods, na The New Yorker
Ler aqui. [Via Facebook da Quetzal]
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:33
link do post | comentar | partilhar

O que ler (e não) ler na praia
Está tudo aqui, numa lista elaborada pelo The Independent.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:24
link do post | comentar | partilhar

Três belíssimos motivos para se gostar muito do projecto Orfeu Negro / Antígona
Burros, de Adelheid Dahimène e Heide Stollinger. Tradução de Sophie Luisa Fechner.

O livro inclinado, de Peter Newell. Tradução de Rui Lopes.

O incrível rapaz que comia livros, de Oliver Jeffers. Tradução de Rui Lopes.

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 00:15
link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
A. Benjamim: eliminação do ponto de exclamação não passa de uma manobra para que os benfiquistas não festejem as vitórias (nomeadamente em pré-epoca)
Para seguir no blog de André Benjamim, que aponta FJV como estando por detrás deste manhoso estratagema futebolístico.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 12:54
link do post | comentar | partilhar

Booker Prize - apresentação dos candidatos (longlist)
O The Guardian publica na sua edição online um slideshow que apresenta os vários candidatos ao prémio. Summertime, de J.M. Coetzee (que já ganhou por duas vezes o prémio), é o favorita. Aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 12:45
link do post | comentar | partilhar

Booker Prize - Coetzee é favorito
Ler as reportagens no El País, The Guardian, The Independent e Público.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 12:40
link do post | comentar | partilhar

A Ministra, de Miguel Real (Quidnovi), por José Mário Silva
«Nesta novela, Miguel Real quis mostrar como funciona a cabeça de alguém à beira de cumprir o seu sonho de grandeza e poder, alguém que toda a vida esperou o momento de exorcizar o «buraco de infortúnio» que foi o seu passado. Mas, sejamos claros, este engenhoso reductio ad absurdum é sobretudo o veículo para uma crítica feroz às políticas educativas do actual governo.» Ler na íntegra aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:12
link do post | comentar | partilhar

Dúvida de Tomás Vasques
Estimado Tomás Vasques, existem muitas teorias para a sua questão. Uma delas estará certa. Para já, receba um abraço amigo do seu leitor Palomar.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:27
link do post | comentar | partilhar

Clarice Lispector
Vale a pena seguir este link, do De Olhos bem fechados, no qual temos acesso a vários videos, subordinados ao tema Clarice Lispector. Obrigado, T.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:03
link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

A viagem de Mia Couto, pelos olhos de Ricardo Duarte
Mia Couto andou a calcorrear o país para promover o seu Jesusalém. Ricardo Duarte, do JL, cobriu os passos do escritor e o resultado pode ser lido hoje no JL (e visto no trailer abaixo, que tem edição de Joana Beleza, da Rádio Renascença).

O Senhor Palomar, naturalmente, ainda não leu a peça em questão. Mas sendo Ricardo Duarte um dos mais auspiciosos esperanças do jornalismo cultural português, aguarda o Senhor Palomar, com ansiedade, a chegada do jornal pelo correio. Ricardo Duarte é culto, rápido de raciocínio e escreve bem. Mas, acima de tudo, é um leitor. E isso faz toda a diferença. [Via Ciberescritas]


Pela Estrada Fora from Joana on Vimeo.


etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 00:02
link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 28 de Julho de 2009
O Delito de opinião, que é um blogue democrático, discute em assembleia se irá excluir, ou manter, a utilização de pontos de exclamação
À altura em que o Senhor Palomar escreve, a discussão inclina-se para que se mantenham os pontos de exclamação. Discussão a acompanhar aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 23:24
link do post | comentar | partilhar

Francisco José Viegas comenta caso Bonifácio
«Ora, acontece que, além de concordar 100% com o texto de Mexia, convém dizer que Bonifácio é um magnífico crítico e uma das pessoas que melhor escreve no Público. Só isso já basta. Nuno Pacheco, não tens razão

Nem mais.
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 23:14
link do post | comentar | partilhar

A longlist do Booker analisada pelo The Guardian
Uma luta de pesos-pesados. Ler aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 23:11
link do post | comentar | partilhar

O caso Bonifácio na blogosfera
A propósito deste caso, as reacções começam a espalhar-se na blogosfera. É desta forma patética que, em segundos, se destroem anos de eventual credibilidade adquirida. Aqui, pode ler-se o comunicado que Os Belenenses emitiram.

Pedro Vieira, Irmão Lúcia: «a liberdade anda a passar por aqui ou de quando o sub-director Nuno Pacheco mostra aos seus meninos como se faz opinião e relembra que quem se mete com a Cruz de Cristo, com o futebol e com o Montez leva. Lá dizia o outro


Luís, As Aranhas: «Se os jornais acham que se vão safar assim, colando-se ao rumor geral, reproduzindo as verdades feitas pela publicidade, trocando textos idiossincráticos (mas sempre potencialmente "ofensivos", porque há sempre alguém para ficar "ofendido" com as coisas mais inacreditáveis) por textos neutros escritos por autómatos, é lá com eles, que devem gastar fortunas em estudos de imagem e marketing. Mas se o futuro é isto, jornais limpos de conflito, de contraditório, de vozes minoritárias ou mesmo solitárias, confortavelmente plasmados na paisagem, eh pá, então mais vale acabarem já. É que não precisamos disso para nada, e mais vale ir inventando outra coisa, de preferência que envolva menos dinheiro

Blogue Grandes Sons: «Na semana que passou, um jornalista do Público teve a ousadia de escrever, numa crítica a um concerto do Super Bock Super Rock, que o estádio do Restelo costuma estar às moscas. A direcção do Belenenses escreveu uma carta ao Público a chamar boi ao jornalista e exigiu um pedido de desculpas — que aliás obteve. O mesmo jornal que, no caso das caricaturas de Maomé, considerou que as desculpas eram injustificadas, pede desculpa ao Belenenses por uma crítica musical. Américo Thomaz, esteja onde estiver, repousará com certeza satisfeito.»
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 22:08
link do post | comentar | partilhar

É por estas e por outras que o jornal Público já não é o que era
Se o Público tinha estado bem ao publicar a crónica de Alexandra Lucas Coelho de há umas semanas, na qual, esta, no seu espaço de opinião, tecia considerações sobre outra colaboradora do jornal, bem como da possibilidade de não se saber se o Público saíria no dia seguinte, agora, infelizmente, a mesma redacção (entenda-se direcção editorial) veio desautorizar aquilo que é a visão do crítico e que só a ele deveria vincular. Como o crítico não incita à violência, nem induz a comportamentos que poderíamos classificar de negativos, não se entende. Simplesmente não se entende.

Façam o favor de seguir o texto de Pedro Mexia no Bibliotecário de Babel, a propósito de uma crítica de João Bonifácio a um concerto dos The Killers. Aparentemente, a direcção do clube onde decorreu o concerto não gostou de um comentário final do crítico e protestou. O Público, no lugar de defender o direito à opinião de João Bonifácio (ligado a este jornal há muitos anos), bem como da sua própria independência editorial, pediu desculpa pela crítica.

É nesta fase que o Senhor Palomar também pede desculpa por ter comprado tantas vezes o jornal Público e com isso pagar salários às mesmas pessoas que não percebem a diferença entre um texto que classificamos como crítica e uma notícia.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 21:37
link do post | comentar | partilhar

Este é um blogue livre de pontos de exclamação

Pedro Vieira respondeu ao desafio e criou a imagem que faltava para dar corpo a esta ideia já amplamente debatida na blogosfera. Inspirado pela trilogia de Larsson, criou aquilo a que chamou de "the girl with the forbidding tattoo". O Senhor Palomar gosta, muito, e como tal, passará a ostentar este mesmo símbolo na barra lateral do blogue. O Senhor Palomar espera que outros blogues sigam o exemplo.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 21:23
link do post | comentar | partilhar

Longlist do Man Booker Prize 2009
Já foi anunciada. Para conferir aqui. Como explica José Mário Silva, «quatro estão já editados em Portugal. Dois na Dom Quixote: J.M. Coetzee, Prémio Nobel em 2003 e duplo vencedor do Booker, em 1983 e 1999 [...]; e Colm Tóibín. Uma na Sextante: A.S. Byatt. E outra na Bizâncio: Sarah Waters».

Listagem completa:
- The Children’s Book, de A.S. Byatt (Chatto and Windus)
- Summertime, de J.M. Coetzee (Harvill Secker)
- The Quickening Maze, de Adam Foulds (Jonathan Cape)
- How to paint a dead man, de Sarah Hall (Faber and Faber)
- The Wilderness, de Samantha Harvey (Jonathan Cape)
- Me Cheeta, de James Lever (Fourth Estate)
- Wolf Hall, de Hilary Manter (Fourth Estate)
- The Glass Room, de Simon Mawer (Little, Brown)
- Not Untrue & Not Unkind, de Ed O’Loughlin (Penguin)
- Heliopolis, de James Scudamore (Harvill Secker)
- Brooklyn, de Colm Tóibín (Viking)
- Love and Summer, de William Trevor (Viking)
- The Little Stranger, de Sarah Waters (Virago)
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 17:35
link do post | comentar | partilhar

Passam hoje 100 anos sobre o nascimento de Lowry
Ler no NYT (Dezembro 2007) um perfil do autor de Debaixo do Vulcão (Le gusta este jardín que es suyo? No deje que sus hijos lo destruyán.). Existem duas edições desta obra (que o senhor Palomar se recorde): uma da Relógio D'Água, mais recente, outra da Livros do Brasil.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 16:50
link do post | comentar | partilhar

Prémio "Curiosamente, a edição de livros também se intensificou"
«Internet: tráfego de dados aumentou dez vezes nos últimos dois anos»
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 12:25
link do post | comentar | partilhar

Os pontos de exclamação. Sim, o assunto ainda é o mesmo
José Mário Silva subscreve a tese de eliminação dos pontos de exclamação e acrescenta-lhe mais duas achas para a fogueira: a) relembra um (belíssimo) texto de Maio de 2007 de Pedro Mexia que já defendia esta posição; b) complementa a sua crítica (2 estrelas) ao livro "No Teu deserto", de Miguel Sousa Tavares, publicada no último Actual. E notem que o post de José Mário Silva merece mesmo ser lido. O Senhor Palomar sabe que a afirmação pode parecer um pleonasmo, mas é sempre conveniente avisar os mais distraídos.

Quem também deu sinais de vida para apoiar a iniciativa (depois de um tour queirosiano), é o Tiago Sousa Garcia do Livros [s[em Critério.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:01
link do post | comentar | partilhar

Top 10 dos livros que se passam em climas frios (é um top tão válido como qualquer outro e o Senhor Palomar gosta de tops)
No The Guardian.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:00
link do post | comentar | partilhar

Com uma capa tão feia, antes a censura. De facto
Ler aqui a história da censura que afinal não era censura. Ou o contrário. O Senhor Palomar está baralhado e partilha a dúvida com os leitores.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:57
link do post | comentar | partilhar

O que o amor fez a Flaubert
«A trove of letters from Gustave Flaubert discovered in the attic of a Home Counties farmhouse reveals a softer side to the famously cynical author of Madame Bovary.»

Ler na íntegra no The Guardian.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:56
link do post | comentar | partilhar

O que é que sabe sobre espiões literários?
Mais um quiz do The Guardian.

publicado por Senhor Palomar às 01:55
link do post | comentar | partilhar

Bernard Shaw: foi encontrado um novo manuscrito
E o DN noticia-o.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:54
link do post | comentar | partilhar

O N.Y.Times assume bem. A abordagem de Saramago é muito própria. Mas um pouco mais de pesquisa poupava alguns embaraços
Ler aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 01:52
link do post | comentar | partilhar

O Sal na Terra, de Pedro Adão e Silva (Bertrand), por Eduardo Pitta
«A fluência da escrita nunca é perturbada pelas inúmeras e oportunas notas de rodapé, que tanto dizem respeito a T. S. Eliot e Fernando Pessoa como a bandas de rock e sufistas australianos para mim absolutamente desconhecidos. Um verdadeiro melting pot que vai de Marx a Ruy Castro. E não, não são artiguinhos colados. É uma colecção de textos coerentes, com boas reproduções fotográficas, que merecia uma capa, como direi?, menos light.» Ler na íntegra aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:57
link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
The accidental billionaires - The Founding of Facebook: A Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal, de Ben Mezrich (Doubleday), por Janet Maslin - NYT
Ler reportagem aqui. Ler excerto aqui.

Ler também (e ver) sobre este livro no Ciberescritas.

A Lua de Papel já anunciou a publicação da obra para breve.

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 00:54
link do post | comentar | partilhar

Inherent Vice, de Thomas Pynchon (Jonathan Cape), por Sarah Churchwell - The Guardian
Ler aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:51
link do post | comentar | partilhar

«O Senhor Palomar (nome fictício) é a sensação da blogosfera nacional do último par de dias (Simplex e Jamais à parte)»
As palavras são de José António Abreu. Ler na íntegra aqui.

O Senhor Palomar deseja deixar claro que fica satisfeito por ser considerado a sensação da blogosfera dos últimos dias, seja por inclusão ou exclusão dos dois blogues que se perfilaram para discutir o que comummente se designa de esquerda e de direita. Na verdade, estas plataformas apenas discutem o maior partido português, o centrão, mas para mais fácil compreensão, aceitem-se os ditos conceitos. Com esta afirmação, o Senhor Palomar não pretende passar a ideia de que é apolítico e vê até com bons olhos a chegada destes espaços. Contudo, o Senhor Palomar recusa-se a embarcar no diálogo esquerda / direita e sempre que alguém o acusa de não tomar posição por uma das correntes, recorda-se do episódio em que Vergílio Ferreira foi acusado de ser apolítico:

«Hoje uma moça do liceu trouxe-me Rápida, a Sombra para autografar. Disse-me:
— Gosto muito dos seus livros. Mas colegas meus, que diziam que o Vergílio Ferreira era um grande escritor, hoje dizem que não presta.
— Ah, sim?
— Dizem que o Sr. Doutor é apolítico.
— Não sou apolítico. O que não sou é comunista.
— Ou isso.»

In Conta-Corrente 1 (1969-1976), Bertrand, 3.ª edição. Entrada do dia 21.06.1979

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 00:33
link do post | comentar | partilhar

Ciclo "Coisas que nunca passam de moda": O Artista Precisa de um Cachecol, de Luiz Pacheco
Para ler na íntegra aqui, cortesia de A Phala. Via Cadeirão Voltaire, de Sara Figueiredo Costa.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:32
link do post | comentar | partilhar

O bairro de Gonçalo M. Tavares visitado pelos alunos de arquitectura da Universidade Lusíada, em Lisboa
Ler no Ípsilon. Aqui e aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:29
link do post | comentar | partilhar

Quem são os escritores que estão a desbravar caminho para a próxima geração?
Chega de Dan Brown, sentencia Robert McCrum. Há que encontrar os autores inovadores, os experimentalistas. Ou dito de outra forma, aqueles que já estão a escrever para a geração futura: « In books, the global marketplace seems to have crushed the spirit of innovation, and squeezed the life blood out of literary experimentation. Who are the avant-garde writers today who have retained their integrity as artists to shun the mainstream, but continue to produce new work? It must be a pretty short list, and, with the exception of a few poets, its constituents are almost totally invisible.» No The Guardian.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:28
link do post | comentar | partilhar

Chegou na passada sexta-feira às livrarias
Senhor Oráculo, Margaret Atwood, Bertrand.
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 00:19
link do post | comentar | partilhar

Domingo, 26 de Julho de 2009
«Novo Miguel Sousa Tavares apenas 12€ no Continente, incluindo 20% de desconto. Aproveite também as batatas em promoção.»
Tweet da Livraria Orvil, na Portela.

publicado por Senhor Palomar às 20:56
link do post | comentar | partilhar

Between the Assassinations, de Aravind Adiga, por Soumya Bhattacharya - The Independent
O mais recente livro do vencedor do Booker, pela obra "O Tigre Branco" (Editorial Presença), foi analisado pelo The Independent. Ler aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:34
link do post | comentar | partilhar

Sábado, 25 de Julho de 2009
Frank McCourt e a memória americana
Após roubo escandaloso do título do artigo do N.Y.Times, aqui fica o link para esse mesmo texto.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 23:00
link do post | comentar | partilhar

Parabéns a você
O senhor Palomar vem por este meio desejar um dia especial à autora que pôs os portugueses a sambar (e os brasileiros a entoar o fado). Faz hoje anos, mas o senhor Palomar não diz quantos.
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 22:54
link do post | comentar | partilhar

Oscar Wilde: «Uma das personalidades mais lúcidas do século XIX»
É o Vaticano quem o reconhece. Quem diria. Pedro Vieira já comentou o assunto com a profundidade que lhe rendeu boa fama.

publicado por Senhor Palomar às 20:12
link do post | comentar | partilhar

O Senhor Palomar não tem resposta para esta questão. Apenas medo.
Obrigado, T. Nomeadamente pelo cumprimento na barra lateral.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 16:05
link do post | comentar | partilhar

A mais recente biografia de Gabo, por Gerald Martin, analisada no El País
Aqui.
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 15:30
link do post | comentar | partilhar

Inherent Vice, de Thomas Pynchon (Jonathan Cape), por Aravind Adiga
Ler no The Times.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 15:27
link do post | comentar | partilhar

Contributo para ver N.Y. por outro prisma, através dos livros
Lista completa aqui. [Via Bibliofilmes].


PS: Não deixem de clicar no play da secção Banda Sonora (barra lateral). Os clássicos nunca ficam fora de moda. Já se quiserem ler o artigo acima, enquanto ouvem o hino nacional norte-americano cantado pelo Sinatra, é favor clicar aqui.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 14:33
link do post | comentar | partilhar

A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao, de Junot Díaz (Porto Editora), por Eduardo Pitta
«Uma história de imigrantes e das consequências do fukú (maldição) que não poupa ninguém, nem o poderoso clã Kennedy. Por exemplo: o avião de John-John despenhou-se a caminho de Martha’s Vineyard porque a cozinheira era dominicana e estava a cozinhar chicharrón de pollo, o seu (dele) prato favorito. Mas «o fukú é sempre o primeiro a comer, e come sozinho.»

Não se julgue, porém, que Díaz aposta no realismo mágico. Muito pelo contrário. A sua escrita é a de quem reflecte com acrimónia sobre a ditadura de Trujillo, da qual escapou a tempo (era uma criança). Alguém com os pés bem assentes na terra. De tal modo que, acerca da invasão da República Dominicana, perpetrada pela administração Lyndon B. Johnson em Maio de 1965, comenta: «Santo Domingo foi o Iraque antes de o Iraque ter sido o Iraque.» Um episódio entre vários.» Ler na íntegra aqui o texto de Eduardo Pitta (contém spoilers).


É um livro notável. Está na lista (em construção) do Senhor Palomar para livro de ficção do ano.

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 14:28
link do post | comentar | partilhar

Os blogs de Vila-Matas
Lista completa aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 14:20
link do post | comentar | partilhar

Mais uma voltinha, mais um agradecimento
À Anamar, do Mar à vista.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 14:18
link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 24 de Julho de 2009
Ciclo "O Sr. Palomar tem dúvidas": E ao nível dos ministros da Cultura? Tivemos um avanço desde que Santana Lopes era Secretário de Estado da Cultura?
«O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, disse hoje que a polémica à volta do espectáculo satírico no qual o encenador Ricardo Pais foi criticado mostra que “não avançámos muito no domínio cultural” nos últimos 100 anos.» Ler no Público, por gentileza.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 20:56
link do post | comentar | partilhar

Fã do Senhor Palomar?
É isso que Tiago Moreira Ramalho, d'"O Afilhado" e do "Corta-fitas" invoca: «fiquei fã por dois motivos: porque o blogue é extraordinário e porque a lata é notável. Cada título ou post é um gentil pedido, ou um descarado cravanço de qualquer coisa. Gosto ainda mais do Senhor Polomar porque a mim não me pode cravar grande coisa. É sim como que uma relação de dar sem receber. Ou, falando deste lado, de receber sem dar nada em troca.»

Com tanto mimo e atenção, o Senhor Palomar até fica a pensar que vale a pena continuar por aqui. Volte sempre, Tiago. É um prazer. Um abraço.


etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 20:29
link do post | comentar | partilhar

Muito obrigado, Eduardo Coelho
Vindo esta recomendação do editor da Língua Geral, o Senhor Palomar fica emocionado.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 17:44
link do post | comentar | partilhar

Para compreender os mistérios da leitura, é favor ler este livro
A Infância É Um Território Desconhecido, Helena Vasconcelos, Quetzal Editores.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 17:24
link do post | comentar | partilhar

Do problema dos pontos de exclamação
Em pouco mais de 10 horas, o Senhor Palomar recebeu diversos e-mails e comentários de apoio ao apelo para que se elimine definitivamente essa praga nefasta chamada ponto de exclamação.

Francisco José Viegas propôs a criação de um «banner» para «Blogs livres de pontos de exclamação na caixa de comentários e já dissertou sobre o assunto no seu blogue: «Quanto ao ponto de exclamação, o abuso na sua utilização apenas prolonga a histeria do autor, a gritaria, e muitas vezes a sem-razão de um texto, para não mencionar a agressividade ou o gosto português pela indignaçãozinha [...] O ponto de exclamação é um excesso de ruído que não acorda ninguém, uma espécie de martelo pneumático colocado no final de uma frase.»

Diga-se que FJV, além da erradicação do ponto de exclamação, propõe o mesmo tratamento para as reticências. O Senhor Palomar subscreve também esta posição, apesar de admitir que, em situações de maior cansaço, também as utiliza.

Cprince e AnaMar, pelo que dão a entender, subscreverão a petição, caso esta venha a existir.

A sugestão do Senhor Palomar é que se comece por esse banner. Bom era que o Pedro Vieira aceitasse o desafio.

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 15:46
link do post | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Se este blogue tiver servido para dar a conhecer o Jardim Assombrado a uma só pessoa que seja, então já valeu a pena
Ler no Corta-Fitas.

E obrigado, Luís Naves. Mas se este blogue fosse uma sobremesa (uma delícia), não sei qual seria. Um abraço.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 14:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Kleist na Antígona: Sobre o Teatro de Marionetas e Outros Escritos
Como o Senhor Palomar ainda não leu a obra, reproduz apenas a apresentação feita pela editora: «Este volume reúne alguns textos de reflexão, escritos entre 1799 e 1811, de natureza estética, que denotam uma enigmática abordagem das questões metafísicas discutidas pelos grandes filósofos da época.» Kleist, esse, dispensa apresentações.

Tradução de José Miranda Justo.

A propósito da celebração do 30.º aniversário da editora, ver a ilustração do Pedro Vieira.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 13:29
link do post | comentar | partilhar

Lamento sincero por não deixarem a simpática Maria João Nogueira em paz
Minha cara Maria João Nogueira,

leio o seu post e não posso deixar de lamentar que, nem em eventos sociais (quando deveria estar mais preocupada em perceber se a barba perfeitinha de Mia Couto é mesmo dele), a discussão «quem é o idiota do Palomar?» a largue. Isso sim, deve ser um stress.

O Senhor Palomar, já aqui o disse – pelo que não se irá repetir, não está habituado a tanto protagonismo. Contudo, não pode deixar de assinalar, e lamentar mais uma vez no mesmo post, que na mesma casa onde coabitam tantos gigantes da literatura, se esteja a discutir um Palomar que não seja o de Italo Calvino.

Grato pela sua solidariedade, ajoelho-me.

Palomar.

PS: O Senhor Palomar gostaria de deixar claro, em resposta ao segundo comentário do seu post, que não é «o filho do dono do quiosque que fica à saída do metro das Picoas.»

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 13:07
link do post | comentar | partilhar

Trailer de "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carroll, adaptado ao cinema por Tim Burton
Ver aqui. E que bom aspecto tudo isto tem.

publicado por Senhor Palomar às 12:05
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

O ponto de exclamação ou o início de uma petição para excluir a pontuação que nos faz passar por histéricos
Só por uma questão de dúvida é que o Senhor Palomar se permite usar um ponto de exclamação.

Porque não é de bom tom escrever a vermelho (há coisas que ficam da escola primária), falar alto (outras de boa educação), ou usar maiúsculas numa conversa de chat (neste caso, porque simplesmente alguém disse assim, já que a linguagem cibernética ainda não tem idade para ter maneiras), o Senhor Palomar gostaria de decretar o fim dos pontos de exclamação. Se vamos a tempo de mudar a ortografia, porque não erradicar um sinal que só nos faz lembrar que temos cordas vocais, pulmões, e que somos livres de os usar?

Toda a gente sabe que a primeira coisa a fazer para alguém nos ouvir é falar num tom baixo, quase sussurrante. Imediatamente, a outra pessoa chega-se mais, aproxima o ouvido do nosso discurso e dispõe-se a escutar com mais atenção. O ponto de exclamação tem a sua graça nos românticos e nos realistas do século XIX (Ainda o apanhamos!), mas numa altura em que o ruído tomou conta dos nossos dias (os carros fazem demasiado barulho, os comboios também, os computadores não param de murmurar, a impressora passa o tempo a cuspir papel e a televisão não se desliga nem à lei da bala) um pouco de silêncio na literatura é necessário e deve ser valorizado.

O Senhor Palomar não gosta de autores que abusam do ponto de exclamação para mostrar uma tirada inflamada. Não só porque aprecia o discurso em tom sereno, como porque considera que não raramente esse tipo de caminho estilístico esconde uma profunda incapacidade de alguém se fazer explicar. Mas pior que tudo isso é a interpretação que se rouba ao leitor: após um grito nos nossos ouvidos, ninguém mais consegue raciocinar, isso é um dado adquirido.

Se não lhe faltasse o jeito e a disponibilidade, o Senhor Palomar escreveria o manifesto e posteriormente pediria assinaturas em frente ao Metro. Erradicar o ponto de exclamação será um sinal de evolução civilizacional tão grande como não cuspir para o chão ou dizer palavrões em voz alta (a menos que se esteja no Porto e aí os palavrões são bem-vindos e devem ser não só respeitados, como estimulados – ver a semiótica da coisa aqui).

O ponto de interrogação, com a sua tendência para nos abrir os olhos com agulhas, tem tanto de delicado como ver o ex-ministro Manuel Pinho fazer corninhos no Parlamento. Lembrem-se disto da próxima vez que a mão vos fuja para a histeria.
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 03:48
link do post | comentar | ver comentários (14) | partilhar

Entrevista: Mia Couto
Ler no Sapo Livros.
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 03:10
link do post | comentar | partilhar

Ontem passaram 121 anos sobre o nascimento de Raymond Chandler
Relembrado pelo Bibliofilmes, o Senhor Palomar ficou à espera de um texto de Francisco José Viegas. Mas sem sucesso.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 03:08
link do post | comentar | partilhar

A história de Laureano Barros, o homem que fugiu com uma biblioteca
Contada pelo repórter Paulo Moura.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 03:07
link do post | comentar | partilhar

Para o Senhor Palomar, esta será sempre a cara de Truman Capote. E, envergonhado, pede desculpa por isso

Imagem retirada daqui.

Retirado daqui. Sobre o filme, aqui.


etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 03:02
link do post | comentar | partilhar

Ciclo "Dúvidas do Senhor Palomar"
"Jesusalém", de Mia Couto, no Brasil, chama-se "Antes de Nascer o Mundo". Trata-se de uma tentativa de não confundir a obra com o "Jerusalém" de Gonçalo M. Tavares, como defende Eduardo Pitta, ou pressões para que o título não ofendesse o povo brasileiro (viva!)?
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:33
link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

"A Parte pelo Todo Autor", de João Luís Barreto Guimarães (Quasi Edições), por José Mário Silva
«O principal mérito de JLBG, na arriscada deambulação por uma paisagem emocional instável, é não ceder um milímetro que seja ao sentimentalismo. Em vez de pathos, um desalento que nos chega através de elipses bem trabalhadas e da sintaxe precária, sempre à beira de esboroar-se. A atenção concentra-se nos pormenores: o fato «para levar no esquife» pousado sobre a cama; a barba que continuou a crescer depois da morte; recordações felizes da intimidade (o filho, de joelhos, cortando as unhas dos pés ao pai); a SMS enviada para um telemóvel agora sem préstimo (porque nem sequer vale a pena ligar para Deus); o antidepressivo que se toma como uma «hóstia alegre», uma «unidose de euforia».

Ler na íntegra aqui.


etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 02:25
link do post | comentar | partilhar

Direitos de autor. Para perceber em que ponto estamos, vale a pena ler este livro de António Machuco Rosa (Angelus Novus)
Entrevista ao autor para ler aqui e aqui.

Excerto da entrevista (obrigatória):«As leis do direito de autor têm como objectivo incentivar a inovação. Assim sendo, decorre mecanicamente da lei que um país importador de informação deveria ter condições mais favoráveis de acesso. Mas os países ocidentais são hipócritas, e os tratados internacionais foram escritos em seu favor. Felizmente, graças ao escândalo da SIDA, a atitude tem, pelo menos em parte mudado. Obviamente que os países pobre devem ter acesso em condições aceitáveis a medicamentos que salvam as vidas dos seus cidadãos. Portanto, ‘condições favoráveis’, nada que tenha a ver com cópias piratas para serem vendidas no mercado de Pequim.»



etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 02:05
link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 23 de Julho de 2009
Publicidade gratuita ou o pedido desesperado para que façam chegar ao Senhor Palomar um exemplar impresso da B:MAG sem perguntas
O Senhor Palomar recebeu mais um mail simpático dos Booktailors. Da última vez foi para anunciar a sua revista, desta faziam publicidade a um curso que deixou o Senhor Palomar entusiasmado e que talvez venha a frequentar enquanto aluno. Trata-se do curso de Jornalismo Literário, conduzido pelo grande repórter Paulo Moura. São 24 horas, com início a 26 de Outubro, e a informação está toda aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 12:59
link do post | comentar | partilhar

Duas associações? Com os livros isto não surtiu grande efeito
«Compositores portugueses vão ter não uma mas duas associações»

publicado por Senhor Palomar às 12:44
link do post | comentar | partilhar

Há coisas que fazem o Senhor Palomar sorrir
Como este post de Carla Maia de Almeida: «O Senhor Palomar desfaz aqui uma possibilidade que também já me tinha passado pela cabeça. O Senhor Palomar, sendo um conservador e gentil-homem (se não por nascimento, por filiação e herança literária), nunca iria mentir sobre algo tão importante. A Senhora Palomar também não, embora por amor se façam coisas impensáveis. Como trocar o Rick Blaine pelo Victor Laszlo. Qual deles preferia ser o Senhor Palomar, isso também eu gostava de saber.»
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 12:26
link do post | comentar | partilhar

Será o Senhor Palomar um cavalheiro gentil?
Quando muito, um barão trepador. E sim, mais do que a blogosfera fervilhar pela identidade do Senhor Palomar, tudo isto se deve a estarmos em pleno fogo da silly season.

Obrigado, Blusmile.

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 12:20
link do post | comentar | partilhar

Ponto de ordem, ou desordem, com esclarecimento de identidade e finalização com agradecimento
Estimada Isabel Coutinho,

Vêm os signatários pelo presente afirmar que:
1. não somos Francisco José Viegas, embora gostássemos de o ser;
2. sim, viemos para ficar. Pelo menos até ao final do ano, mais coisa menos coisa. Ou não;
3. agradecemos, humildes, as boas-vindas.

Seus,
Palomar e Palomar.

etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 02:32
link do post | comentar | partilhar

Boas notícias: Ana Cristina Leonardo entrevistou o escritor com nome ruim
É melhor prepararmo-nos.

publicado por Senhor Palomar às 01:20
link do post | comentar | partilhar

Audiências do dia de ontem e o pânico do Senhor Palomar aos flashes das máquinas fotográficas
Mil trezentas e onze visitas.

O Senhor Palomar, que não está habituado a estar na mira de focos de luz (sempre fugiu das objectivas das máquinas fotográficas e sempre se recusou a sequer pousar em grupo), está a estranhar a atenção que lhe estão a dar. Sobretudo em Julho - mês de férias, quando o país está a banhos e as praias estão mais lotadas que o mercado da Ribeira num sábado de manhã - sítio simpático, diga-se, onde se misturam todo o tipo de linguarejos e texturas, pese embora não tão populado quanto as livrarias, feitas feiras do livro (com o devido respeito pelas livrarias), que se mudam para o litoral, expropriando escolas primárias, mercados abandonados e ginásios à espera de Setembro. É o livro a um euro, a dois euros, promoção promoçãozinha, para ocupar os tempos livres com o livro que o pai se esqueceu de levar, pois pensou que o 24 horas seria suficiente para as muitas horas que passa a ficar mais vermelho que um adepto domingueiro do clube de Carnide. Pelo meio a criança quer estender-se ao sol, põe creme protector, faz castelos de areia, chapinha na água e dá um mergulho para o qual não pediu autorização. O pai volta a pôr o creme que a água dissolveu, a mãe a desapertar a fita do biquini, pois quer um bronze digno das revistas que compra na ida para o areal. É o gelado, é a bola de Berlim, é o livro que cai à água e fica com as páginas estragadas – mas não faz mal, foi só um euro, dois euros (promoção promoçãozinha), problema é a gasolina que não pára de aumentar (quase trezentos paus) e os restaurantes que têm a cerveja que se quer fria, à temperatura ambiente. É hora de deixar a praia e arruma-se no mesmo saco o livro com os cremes, com o chapéu da criança, as fraldas sujas e o maço de tabaco vazio. Vai tudo lá para dentro, o 24 horas é despejado no caixote do lixo (azul, claro, que o verde é para o vidro, o vermelho para o plástico e o amarelo para a lata de coca-cola que entretanto a criança pediu, e não bebeu, porque o vendedor não tinha palhinha). O livro sobreviverá àquela tarde, possivelmente àquelas férias, mas chegará a casa, juntamente com as crianças e a areia que se acumulou nos tapetes do carro, sem que mais ninguém lhe dê atenção. Não irá parar ao saco azul, pois em Portugal ninguém deita livros fora (o português pode ter dezenas de livros ainda envoltos em plástico que nunca irá ler, mas deitá-los fora é que nunca), contudo, não voltará a ser reaberto. O livro morrerá na estante, ninguém mais se vai lembrar dele. Mas daqui a uns tempos, quando mudarem de casa talvez aquele casal se lembre daquele livro. Não daquele livro especificamente – mas das férias que passaram juntos. E vendo assim as coisas, no fundo, talvez aquele livro até seja mesmo importante, pois acaba por cumprir o propósito e o objectivo final de qualquer livro (pelo menos num mundo ideal): servir de música de fundo e contexto do que mais importa.

[Imagem retirada daqui.]

etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:49
link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

John dos Passos
Novas edições a cargo da Presença, reportagem no DN.
etiquetas: ,

publicado por Senhor Palomar às 00:41
link do post | comentar | partilhar

Estaremos nós a despertar para as biografias?
Foi isso que Sérgio Almeida foi tentar perceber. Aqui.
etiquetas:

publicado por Senhor Palomar às 00:35
link do post | comentar | partilhar

pesquisar
 
posts recentes

O movimento dos leitores ...

Freud e Jung, por Cronenb...

Sabor a Brasil.

Amalfitano.

Molly Bloom.

ligações
etiquetas

agradecimentos e referências ao sr. palo(76)

alêtheia(2)

angelus novus(3)

antígona(5)

assírio e alvim(9)

autores(508)

bertrand(7)

bibliotecas(5)

campo das letras(2)

casa das letras(2)

contraponto(1)

da literatura e de outras artes(58)

desaparecimentos(3)

design editorial(2)

divulgação(49)

e agora para algo completamente diferent(9)

edições 70(4)

edições nélson de matos(1)

editorial presença(8)

efemérides(2)

escritor é um bicho violento(6)

estado(1)

eventos(7)

fixações listas tops e directórios do sr(80)

gradiva(3)

guerra e paz(2)

guimarães editores(5)

histórias do livro(53)

leya asa(2)

leya caminho(11)

leya lua de papel(3)

leya oceanos(8)

leya publicações dom quixote(35)

leya teorema(11)

livreiros e livrarias(2)

livro de reclamações(1)

livro electrónico e outros gadgets(10)

livros(188)

manifestos(6)

nova vega(1)

o esplendor de portugal(1)

o senhor palomar agradece(8)

o senhor palomar ainda vai à bancarrota(1)

o senhor palomar confessa-se(34)

o senhor palomar dialoga(2)

o senhor palomar é falível e erra(3)

o senhor palomar entrevista(1)

o senhor palomar está ao serviço da comu(2)

o senhor palomar faz serviço público(1)

o senhor palomar não gosta de dar estas(1)

o senhor palomar recomenda(24)

o senhor palomar reflecte(1)

o senhor palomar responde(1)

o senhor palomar tem dúvidas(16)

o senhor palomar vai a votos(1)

oficina do livro(2)

penguin(1)

planeta(1)

polémicas(54)

porto editora(14)

prémios e distinções(29)

profissionais da edição(9)

quetzal editores(26)

quidnovi(1)

recensão literária(57)

relógio d'água(6)

revistas imprensa magazines(13)

saída de emergência(1)

sextante editora(1)

teatro(2)

tendências e géneros(14)

tinta-da-china(7)

todas as tags